Fragmentos Urbanos é a definição usada pelo arquiteto de formação Roberto Pujol para os seus trabalhos artísticos. O significado disso vem da paixão por fotografia, da percepção dos elementos corriqueiros do dia-a-dia e da necessidade incontrolável de interferir em tudo.
O resultado é a produção de arte digital que parte de uma foto corriqueira ou mesmo trabalhada, geralmente tirada com o celular, onde são inseridos elementos para composição de um outro cenário, sem compromisso com a realidade nem com os objetos utilizados nela.
O universo iconográfico agrega arquitetura, pessoas, cidades que são interpretados como fragmentos urbanos: fachadas, calçadas, flores, troncos, folhas, lixo, luz, rua, grama, por-do-sol, pessoas, comidas, carros, ânforas, cúpulas, treliças, abelhas, inesperado, sentimento, tempo, releitura, reflexos, decomposição, recomposição, reposição espacial,...
A arte criada perde sua característica inicial para tomar uma dimensão própria.
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